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Blog da Tegra

5 benefícios de morar em condomínio com bicicletário

Além da comodidade e praticidade, os bicicletários podem trazer economia e promover qualidade de vida. Entenda.

21/06/2022 • 13h41min • EM LIFESTYLE

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Muitos motivos levam as pessoas a comprarem uma bicicleta, esse meio de transporte que transita em bairros e cidades do mundo todo desde o início do século 19. Nos últimos anos, a procura tem aumentado no Brasil, com um mercado que cresceu 118% em vendas de 2019 para 2020, segundo a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike). 

Há anos não se via tanta bicicleta pelas ruas dos grandes centros urbanos, como São Paulo. Esse movimento de expansão das “magrelas” foi motivado por políticas públicas de ampliação de infraestrutura – com ciclovias e ciclofaixas, bem como pela busca por alternativas de meios de transporte que gerem menos impacto para o meio ambiente. 

Para se ter uma ideia, os dados mais atuais da Bicycle-Guide mostram que existem 40 milhões de bicicletas no País, de um total de mais de 1 bilhão espalhadas por todos os países. 

De olho nessa tendência, o setor imobiliário também evoluiu para atender às novas necessidades no jeito de morar, trazendo os bicicletários para os empreendimentos. Existem, inclusive, projetos que incluem ciclovias e infraestrutura para a manutenção das bikes dentro dos condomínios. 

Confira neste artigo alguns benefícios dos bicicletários em condomínios.

1 - Incentiva o uso de bicicletas

O “efeito dominó”, ou “efeito cascata”, é uma expressão comumente usada para explicar, simplificadamente, quando uma ação provoca uma sequência de ações. Dito isto, o simples fato de um bicicletário existir num local transmite a ideia de que é possível, acessível e permitido ter bicicletas ali. E isso é um grande incentivo. 

Outro ponto que incentiva o uso de bicicletas é a presença de ciclovias. E quanto mais ciclovias, maior é a necessidade de ter locais seguros e apropriados para guardar os equipamentos. 

Segundo dados divulgados pela Abraciclo em 2012, a malha de ciclovias e ciclofaixas nas capitais brasileiras cresceu 40,8% em relação a 2018. Agora, são 4.279,7 km. 

Em São Paulo, onde temos a maior malha cicloviária, a Tegra lançou um projeto inédito no bairro da Lapa, o Caminhos da Lapa. Dentro desse complexo de condomínios, o morador conta com uma ampla infraestrutura, incluindo bicicletários, mas também pode usufruir de ciclovias na porta de casa, com a construção da primeira rua-jardim da cidade.fotografia de bicicletas penduradas na paredeNesse exemplo do complexo Caminhos da Lapa temos a perspectiva ilustrada do bicicletário do empreendimento Elo.

2 - Promove alternativas mais sustentáveis de transporte

Você sabia que os carros são responsáveis pela emissão de mais de 40% de gases de efeito estufa (GEEs), substâncias atmosféricas que causam o aquecimento global e a mudança climática? Ao optar pela bicicleta como alternativa ao carro, o meio ambiente agradece. uma fotografia de bicicletas penduradas em suporte de metalO empreendimento Amaro, localizado no bairro Santo Amaro, possui um espaço iluminado e acessível para os moradores guardarem seus equipamentos após um passeio agradável pelo bairro, como podemos ver nessa perspectiva ilustrada.

3 - Economia de tempo e dinheiro

Morar em um condomínio com bicicletário pode ajudar a reduzir os gastos diários com combustível. No final das contas, o custo de investimento em uma bicicleta é muito menor do que se comparado a um veículo. Sem contar com outro tipo de economia: o tempo. Fugir do trânsito pode ser mais fácil com a “magrela”.Bicicletas penduradas pela roda dianteira em suporte de metal em um bicicletário em condomínioModerno e espaçoso, essa é a perspectiva ilustrada do bicicletário do empreendimento Reserva Caminhos da Lapa, um empreendimento Tegra. 

4 - Mais saúde e qualidade de vida

Andar de bicicleta é uma atividade completa, que melhora o condicionamento físico e libera as endorfinas e serotoninas, hormônios que causam sensação de prazer. 

O ciclismo é uma das melhores maneiras de deixar de lado o sedentarismo e ter um estilo de vida saudável. Ajuda a acelerar o metabolismo e isso faz o corpo queimar calorias mais rapidamente, além de movimentar todos os principais grupos musculares, sendo uma excelente atividade aeróbica. Fotografia de um espaço amplo para guardar bicicletas, com suportes de bikes e bicicletas penduradasNesse projeto do empreendimento Esfera Universo Tatuapé há uma ampla infraestrutura para a comodidade dos condôminos, com espaços e equipamentos para manutenção das bicicletas.

5 - Praticidade para guardar a bike

Não tem como falar dos bicicletários sem pontuar a praticidade que eles trazem para a vida dos moradores. Em condomínios sem esses espaços, a logística pode ser bastante complicada. 

Só de pensar no sobe e desce de andares com esse tipo de equipamento, que nem sempre é dos mais leves, pode desencorajar qualquer pessoa. Sem contar na dificuldade de locomoção nos corredores e elevadores, que pode gerar desconforto aos demais moradores.

E onde guardar? 

Geralmente, o condomínio não permite alocar esses objetos nas áreas comuns ou nas varandas dos imóveis, ou seja, eles devem ficar dentro do apartamento. Uma bicicleta no apê pode não trazer incômodo. Mas, no plural, elas podem ocupar um espaço considerável e atrapalhar a fluidez do ambiente.

Um empreendimento com bicicletário, como o Ária Higienópolis, traz muita praticidade para o dia a dia dos usuários de bikes. Nesta perspectiva ilustrada é possível ver a estrutura projetada para facilitar o uso dos condôminos.

Uma fotografia de bicicletas penduradas em suporte num espaço reservado e bem iluminado

Curiosidade: como surgiu a bicicleta

Criada em 1817 por um barão alemão chamado Karl Von Drais, a primeira bicicleta que se tem conhecimento histórico foi batizada de “máquina de correr” (“laufmaschine” em alemão) e era feita de madeira, mas sem pedais. Para funcionar, era necessário tomar impulso com os pés no chão.

Os modelos com pedais só foram desenvolvidos em 1839, na Escócia, por um ferreiro chamado Kirkpatrick MacMillan. Eram bikes do tipo velocípede, com um pedal fixo na roda dianteira. Em 1860, surgiram as primeiras bikes equipadas com engrenagem por corrente e tinham a roda dianteira maior que a traseira.

Como eram raras e caras, as “magrelas” só chegaram ao Brasil no final do século XIX pelas mãos de pessoas de alto poder aquisitivo que viajavam para países da Europa. 

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