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Breve panorama do mercado imobiliário do RJ em 2018

Na contramão do crescimento econômico nacional, o setor imobiliário no Rio de Janeiro ainda enfrenta algumas dificuldades. Venha ver como está o mercado e já se planeje para investir.

07/08/2018 • 14h55min • EM MERCADO

Para 2018, o mercado imobiliário brasileiro está mais otimista. As taxas de juros para financiamento caíram esse ano e as vendas de imóveis aumentaram em 9,7% em 2017, segundo dados disponibilizados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), valor já ultrapassado pelos 2 primeiros meses de 2018, que registrou 10% de crescimento nas vendas, segundo a mesma entidade. E a previsão é de que essa tendência de mantenha, com aumento de lançamentos e vendas.

No Rio de Janeiro, no entanto, não é bem assim que as coisas estão acontecendo. Depois da melhora na economia nacional, o mercado imobiliário fluminense ainda está tímido, refletindo, principalmente, na queda do valor dos imóveis. Esse comportamento pode parecer bastante interessante para quem pretende investir a longo prazo, mas exige cautela. Fizemos um panorama básico de como o cenário de compra e venda de imóveis está por lá. Confira!

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Queda de preços

O preço médio de dos imóveis no Rio vem caindo desde janeiro de 2017 e já acumulou uma queda de 3,8%. Só em janeiro, a retração foi de 0.4% nos preços para venda em comparação ao mês anterior. Para o aluguel a tendência de queda foi a mesma, registrando uma queda de cerca de 8% nos últimos doze meses. É o que revelou o Index Rio de Janeiro, levantamento mensal feito pelo Imovelweb.

Tal movimento é justificado, sobretudo, pelos efeitos crise econômica que ainda não foram totalmente superados pela população, em especial pelas classes D, C e E. Isso gera um aumento da oferta em relação à demanda, causando contração dos valores na hora de precificar cada imóvel.

A rentabilidade média anual manteve-se nos 4%, o que significa que 24 anos de aluguel são necessários para recuperar o gasto com a compra.


Valorização de cada região

Embora em queda, o preço do metro quadrado carioca continua sendo o mais caro de todo o país, com um valor médio de R$ 9.719. Para o aluguel, a cidade só perde para São Paulo, com um preço médio de locação de R$ 31,26/m².

A Zona Sul segue como a região mais cara da cidade. O valor médio do metro quadrado por lá é de cerca de R$ 13.591/m², com o Leblon como o bairro mais caro, não só do Rio, como do país: quem quiser morar na região pagará por volta de R$21.835/m², ou desembolsará mensalmente cerca de R$3.781 por um apartamento de 65m², caso opte pelo aluguel.


Aliás, dos dez bairros mais valorizados, seis estão na Zona Sul:


  1. Leblon: R$21.835m²
  2. Gávea: R$16.526m²
  3. Jardim Botânico: R$15.997m²
  4. Leme: R$13.331m²
  5. Copacabana: R$12.624m²
  6. São Conrado: R$12.062m²
  7. Barra da Tijuca: R$9.999m²
  8. Centro: R$8.538m²
  9. Santa Teresa: R$7.960m²
  10. Tijuca: R$7.473m²


Recuperação em 2019

Esse cenário de queda dos preços é tentador para quem pensa em comprar. E realmente é, porém para quem está do outro lado, a situação está mais complicada. A demanda está bastante fraca o que explica a queda nos preços, obviamente.

No auge do boom imobiliário, em meados de 2011, o Rio viu um aumento de mais de 40% em 12 meses. Em 2017, o Índice FipeZap mostrou um diminuição de 4,45% no imóveis residenciais, a maior queda do país.

O setor imobiliário nacional prevê aumento na demanda graças ao cenário macroeconômico e o incentivo de crédito - a Caixa reativou a linha Pró-Cotista no começo do ano, aumentou o limite de financiamento imobiliário e irá receber R$15 bilhões em recursos.


No Rio de Janeiro, no entanto, a perspectiva para 2018 é de preços mais baixos e pouca demanda. Na melhor previsão, o mercado se manterá estável.

Desde 2013, as vendas têm caído em até 60% e no ano passado, a queda foi de cerca de 30%. Um ciclo vai começar com a reaquecimento da economia brasileira. Em São Paulo, a melhora já tem sido vista desde 2017. Mas no Rio, a expectativa do setor é de que esse movimento aconteça apenas em 2019.

Para tentar melhorar esse panorama e reduzir a alta oferta, as incorporadoras estão adotando estratégias de venda agressivas, com descontos progressivos, mobília por conta da empresa e até mesmo carro de prêmio para quem fechar negócio. Visão de longo prazo pode ser um bom caminho nesse momento para pensar em investir no imóvel próprio.


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