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Blog da Tegra

Principais dúvidas sobre o seguro no financiamento imobiliário

O seguro é obrigatório para liberação do financiamento de imóveis no Sistema Financeiro da Habitação. Acesse e entenda!

04/10/2021 • 10h00min • EM MERCADO

Uma fotografia de duas pessoas apertando as mãos como sinal de fechamento de um negócio.

Quem procura crédito para adquirir um imóvel descobre que existem algumas condições de pagamento, que variam entre as taxas, a duração dos contratos e quanto do imóvel pode ser financiado. 

Antes de contratar um empréstimo, é importante realizar pesquisas em algumas instituições financeiras e comparar detalhadamente as cobranças que estão embutidas no valor das prestações. 

Você sabia, por exemplo, que é necessário pagar seguro no financiamento imobiliário? 

Como essa operação de crédito costuma ser paga ao longo de muitos anos, o seguro é um item importante tanto para o comprador do imóvel quanto para o banco. 

Neste post, explicamos tudo sobre o seguro no financiamento imobiliário. Confira!

Composição da parcela do financiamento imobiliário

É fundamental entender a composição da parcela do financiamento. Em geral, o valor das prestações é dividido em juros, seguro e amortização, além de taxas adicionais que o banco pode cobrar.

Para entender os juros, é só pensar que o banco precisa compensar o período no qual ficará sem o dinheiro que emprestou. A taxa é influenciada por uma série de fatores, como a Selic, valor a ser financiado, avaliação do bem, score do comprador, renda familiar, idade, histórico de dívidas, entre outros.

Além disso, a instituição que concedeu o empréstimo pode cobrar outras taxas, como custo administrativo das operações financeiras. Cada banco tem a sua própria taxa administrativa e diferentes pacotes de serviços oferecidos.

Nos encargos mensais também constam a amortização, que nada mais é do que o valor que está sendo devolvido ao banco pelo dinheiro emprestado, e o seguro.

Por que existe seguro no financiamento imobiliário?

O financiamento imobiliário é uma modalidade de longo prazo, em que os contratos podem demorar até 35 anos para terminar. Por isso, existe o seguro para garantir a quitação do empréstimo com as instituições que cederam o crédito ou para cobertura em caso de danos inesperados ao imóvel.

É obrigatório ter seguro no financiamento imobiliário?

A resposta é sim! A contratação do seguro é obrigatória para essa modalidade de empréstimo, pois é uma exigência legal presente no Sistema Financeiro da Habitação (Lei 4.380/64) que rege a maioria dos financiamentos imobiliários no País.

Nesse tipo de seguro, há duas formas de cobertura: uma para morte e invalidez permanente e outra para danos físicos no imóvel, com quitação total ou parcial do saldo devedor do financiamento.

Seguro de Morte e Invalidez Permanente (MIP)

Esse seguro quita o saldo devedor do financiamento imobiliário ou o crédito com garantia de imóvel em caso de invalidez permanente, falecimento do contratante, ou de um dos integrantes da renda familiar, quando o contrato indicar que mais de uma pessoa compõe a renda para o pagamento. A alíquota do seguro MIP é calculada com base na faixa etária do cliente. 

Nos empréstimos que constam mais de uma pessoa na composição de renda, o contrato irá indicar o percentual de cobertura para cada integrante. Assim, se um dos contratantes falecer, só haverá cobertura do percentual correspondente a ele, remanescendo o restante do débito.

As indenizações são limitadas ao valor máximo da garantia contratada, caso venha a ocorrer um dos eventos cobertos pelo contrato de seguro. Para que o pagamento da apólice seja realizado, também é preciso garantir que as cláusulas e condições previstas no contrato sejam cumpridas.

Seguro de Danos Físicos do Imóvel (DFI)

Esse seguro cobre prejuízos causados ao imóvel por fatores externos, que devem estar previstos na cláusula contratual. A alíquota é multiplicada sobre o valor do imóvel e aplicada a todas as parcelas do financiamento. 

A indenização corresponderá ao montante necessário para recuperar o imóvel dado em garantia nas mesmas condições anteriores ao evento causador dos danos (sinistro), limitado ao valor atual do imóvel, de forma a preservar a unidade e a garantia.

Como funciona a contratação do seguro?

É comum que as instituições financeiras ofereçam o seguro junto a convênios com diversas companhias seguradoras, mas você pode realizar a contratação com a seguradora que quiser, independentemente das indicações do banco. 

Quando o seguro é fechado com o banco, o valor acaba incluído no pagamento das parcelas do financiamento.

Se você realizar cotações por conta própria, é importante saber que a apólice deve apresentar as coberturas exigidas pelo Sistema Financeiro da Habitação, além de estar vinculada ao contrato do financiamento imobiliário. É necessário também que exista cláusula indicando a instituição financeira como beneficiária do seguro em caso de sinistro.

Embora o seguro seja uma exigência legal, é importante entender que traz benefícios tanto para o comprador do imóvel quanto para o banco, porque reduz riscos e isso se reflete no custo do financiamento.

Vale lembrar que os seguros obrigatórios são apenas o MIP e o DFI, então, fique atento aos detalhes do contrato. Em caso de dúvidas, solicite detalhes ao seu banco.

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