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11 erros mais comuns em reformas de apartamento

Reforma pode ser sinal de dor de cabeça, mas nada que um planejamento bem elaborado não ajude. Desde pedir autorização para o condomínio até estudar a melhor localização para as tomadas, alguns erros durante a reforma podem ser minimizados. Confira os erros mais comuns!

17/08/2018 • 11h31min • EM DICAS & DECORAÇÃO

A reforma de uma casa ou apartamento pode ser bem trabalhosa. Entulhos, bagunça, sujeira, poeira, imprevistos fazem de dias de obra um verdadeiro caos na vida de qualquer morador. E muitas vezes, essa reforma é inevitável e tem que ser encarada para garantir a segurança e o bem-estar de quem mora no lugar. Por isso, alguns cuidados devem ser tomados para minimizar toda a dor de cabeça que o quebra-quebra pode causar. Desde escolher as cores certas das paredes, medir os cômodos para saber o tamanho dos móveis até o contrato com a caçamba e a autorização da prefeitura, alguns errinhos parecem bobos, mas podem gerar a maior confusão durante a reforma a ainda resultar em gastos desnecessários de material, mão-de-obra e tempo.


Falta de planejamento

Iniciar uma obra sem ter um projeto definido é um erro bastante grave e, por incrível que pareça, muito comum, quando se constrói ou reforma uma casa ou um apartamento. Quem não planeja sempre corre o risco de ter trabalho e gasto em dobro. O ideal é saber o que deseja alterar, reformar e mudar no imóvel, orçar os gastos, pesquisar os materiais necessários e os profissionais capacitados, verificar o saldo financeiro disponível para gastar e fazer uma cronograma da reforma.

Um bom projeto não é mera formalidade, mas, sim, uma espécie de garantia contra imprevistos no meio do caminho. Ele serve para detalhar todos os itens necessários para a intervenção construtiva que você deseja fazer e diminuir as chances de você ter uma surpresa desagradável.


Não ter autorização do condomínio e/ou da prefeitura

Dependendo da proporção da sua reforma, você precisará tanto de uma permissão do seu condomínio quanto da prefeitura da sua cidade.

Você deve atentar-se às normas acordadas entre os condôminos caso queira, principalmente, alterar a fachada do prédio. Por exemplo, a maioria dos edifícios tem normativa para o fechamento de varandas. Além disso, deve-se respeitar os dias e os horários permitidos para a obra, manter as áreas comuns limpas e respeitar o prazo máximo estabelecido para o condicionamento do entulho na garagem.

Agora, fora de um condomínio, as regras são da própria prefeitura. Se a sua intenção foi ampliar a área construída, será necessário um Projeto Legal de reforma com ampliação aprovado pela autoridade. Cada município tem as suas regras, verifique com a prefeitura da sua cidade como obter essa autorização. A prefeitura de São Paulo disponibiliza um Manual de Licenciamento de Projetos para todos os seus habitantes que desejem construir ou reformar na cidade.

Além disso, depois dos desabamentos que aconteceram no Rio de Janeiro em 2012 por causa de obras irregulares, foi criada uma norma que regulariza as obras de reforma. De acordo com a Norma de Reformas da ABNT (NBR 16.280:2015), toda obra de reforma que altere o imóvel deve ter seu projeto aprovado pelo condomínio com apresentação da RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) e por um arquiteto responsável pelo projeto.

Segundo o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), as atividades que só podem ser realizadas por profissional devidamente habilitado são:


• Construção ou demolição de paredes e divisórias

• Substituição de revestimentos (pisos, paredes, tetos)

• Abertura ou fechamento de vãos

• Alteração nas instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias

• Instalação de mobiliário fixo


Uso de materiais inadequados

Pisos polidos e escorregadios em ambientes externos; revestimento de madeira, sem o tratamento adequado, em áreas molhadas; usar carpete no banheiro ou piso na parede;  material de qualidade duvidosa só para economizar. Esses são alguns erros que podem acontecer, geralmente, por falta de conhecimento técnico e tendem a comprometer a segurança do morador e a durabilidade da construção, e ainda, gerar gastos extras e atraso na conclusão da obra.

A oferta de revestimento e acabamento é imensa, mas gostar de um material não é o suficiente para decidir usá-lo. É preciso pensar na sua funcionalidade dentro do contexto onde será utilizado. Daí a importância da consultoria com um profissional. Ele que vai te auxiliar na escolha do material adequado para cada ambiente.


Comprar material insuficiente

Errar no cálculo das quantidades de material necessárias é bastante comum e pode criar uma dor de cabeça bem cruel para você. No caso do revestimento (porcelanatos, azulejos, cerâmicas, etc), esse equívoco pode exigir a compra de produtos de lotes diferentes que, muitas vezes, apresentam diferenças de tons e/ou de tamanho. Há casos, ainda, que o produto sai de linha e aí fica mais difícil corrigir o problema. Outros materiais também podem ser quebrados na hora de reparo precisando de reposição. Para evitar essa falta de material, o ideal é basear-se no cálculo do projeto da edificação. No caso de cerâmicas e porcelanatos, por exemplo, calcule a área a ser recoberta, descontando as portas e as janelas, se for o caso, e, para uma margem de segurança, compre 10% a mais do produto. O mesmo vale para as tintas.


Esquecer as instalações elétricas e hidráulicas

Imagine que transtorno ter que quebrar a parede ou fazer uma instalação aparente para colocar mais tomadas ou mais torneiras. Colocar tomadas a menos ou colocá-las nos lugares errados é muito comum, assim como não pensar quantas lâmpadas são necessárias em cada cômodo ou onde instalar as luminárias.

Administrar a parte que fica à mostra do seu imóvel é sempre mais interessante: pintar parede, trocar piso, mudar o azulejo e etc. Mas se esquecer de toda aquela estrutura escondida sob o piso e por dentro da parede pode causar grandes dores de cabeça. Bons projetos de elétrica e hidráulica, realizados de acordo com as normas de segurança e bem dimensionados, são fundamentais para o conforto e a segurança dos moradores.

Por isso, o ideal é ajustar o projeto, junto com o arquiteto ou responsável,  de acordo com as suas necessidades, incluindo tomadas em locais específicos, controladores de intensidade de luz, split e encanamento para ar-condicionado, e para água quente na cozinha e banheiro.


Acumular lixo e esquecer de agendar a retirada de entulhos

Saber o que fazer com o entulho acumulado no final do dia também é importante, principalmente se a reforma for em um condomínio, pois pode acabar gerando uma multa pela desordem e sujeira causadas.

Nessa hora, é interessante escolher um profissional na obra para ficar responsável por manter a ordem no lugar. Além disso, providencie detergentes, panos de chão e outros produtos e ferramentas que possam auxiliar.


Problemas com dimensionamento

Errar no dimensionamento dos espaços é outro erro bastante comum de quem reforma. E, por muitas vezes, as pessoas erram ao investir em imóveis muito grandes que prejudiquem a circulação no ambiente. Por isso, todos os ambientes devem ter seus 'layouts' definidos previamente, visando a harmonia entre espaço e objetos.

Além disso, há a questão da combinação dos materiais e texturas. É normal que os móveis sejam comprados em um dia e os revestimentos em outro. Daí, quando os elementos são reunidos, pode acontecer de as coisas não combinarem entre si.

Antes de comprar móveis maiores como sofás, estantes e mesas, ou eletrodomésticos, como geladeira, máquina de lavar ou fogão, meça o tamanho das portas do apartamento e dos elevadores. Verifique também se a peça terá que passar por curvas ou corredores muito estreitos.


Escolher o profissional errado

Antes de contratar um engenheiro ou arquiteto, verifique se ele tem  devido registro profissional. Para o primeiro, procure por sua inscrição no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), e para o segundo, no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo). Também procure referências sobre o trabalho dele e peça para conhecer projetos finalizados ou em andamento. Esses profissionais podem já recomendar a equipe de obras completa que você necessitará, como mestre de obras e os pedreiros. Caso contrário, também procure por profissionais com boa referências e qualificados para realizar o trabalho.


Escolher a tinta sem testar a cor no ambiente à luz do dia

Um tom é sempre composto por vários pigmentos, por isso, quando aplicado na parede, pode ficar diferente do esperado. O ideal é, antes de sair comprando dezenas de galões de tinta,  experimentar a cor em um metro quadrado, esperar secar e ver o resultado à luz do dia e com luz artificial. Aprovando o resultado, siga em frente com a pintura.


Chão sem caimento

Um pequeno detalhe que pode ser facilmente esquecido é o caimento do chão que leva a água ao ralo. O resultado são poças e áreas alagadas que se formam nos banheiros, na cozinha, nas varandas e no quintal. Um profissional responsável pela obra verificará a necessidade desses caimentos. E não dispense a importância disso: se, por algum azar qualquer, seu banheiro tiver poças, o único jeito para resolver será quebrar tudo e refazer!


Água que se infiltra pela janela

Outro detalhe pequeno, mas não menos importante é a vedação do seu imóvel para evitar infiltrações. Sabe aquela fresta entre a esquadria e a parede? Nem reparou, né? Mas, na hora da instalação, muitas gente esquece de passar silicone estrutural no encontro entre a janela e a alvenaria, o que com o tempo causa infiltração da chuva e detona toda a parede.


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