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Blog da Tegra

Por que comprar imóvel na crise do covid é um bom negócio?

O cenário atual despertou o interesse de quem busca um imóvel para morar ou investir. Mas será que é hora de comprar? A gente explica! Acesse e saiba mais!

10/03/2021 • 14h26min • EM MERCADO

Uma fotografia do decorado do Grand Guanabara, um empreendimento Tegra em Campinas, São Paulo

Ter um lar para chamar de seu continua sendo um dos grandes desejos dos brasileiros. Afinal, os gastos com aluguel não representam nenhum retorno ou acréscimo patrimonial, além de onerar bastante no orçamento.

E por mais que os tempos mudem, os imóveis representam segurança e esperança de um futuro melhor, seja para dar estabilidade para a família ou como um investimento para viver de aluguel na aposentadoria. 

É por esses e outros motivos que o mercado imobiliário continua aquecido, mesmo diante da crise ocasionada pela pandemia do novo Coronavírus. Os juros mais baixos no financiamento imobiliário ajudam a explicar isso.

Em 2020, tivemos uma queda histórica na taxa Selic, o que influenciou nos juros das linhas de empréstimos para imóveis. Este cenário despertou o interesse de quem busca um imóvel para morar e, além disso, a valorização das propriedades chamou a atenção de quem pensa em investir em 2021. 

Mas como será este ano para o mercado imobiliário? Comprar durante a crise causada pela pandemia de Covid-19 é um bom negócio?

Cenário: como a pandemia afetou os imóveis

O mercado imobiliário é caracterizado por ciclos longos: a construção de um empreendimento pode levar anos e um financiamento imobiliário também. Desta forma, não se consegue prever o que vai acontecer em um horizonte tão distante, e um evento pontual como a pandemia poderia não gerar tanta volatilidade neste setor.

Com as medidas restritivas para conter o avanço do novo Coronavírus, fomos obrigados a passar mais tempo dentro de casa. E isso acabou revelando necessidades com relação à moradia, aumentando a busca por imóveis com mais espaço.

Junto a isso, tivemos uma forte queda na taxa básica de juros, a Selic, que influencia o financiamento imobiliário. 

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Aposte em imóveis para diversificar seus investimentos

Menores taxas do mercado

Vamos entender a dinâmica da Selic e como ela interfere nas linhas de crédito. 

A sigla Selic significa Sistema Especial de Liquidação e Custódia. O nome é difícil, mas nada mais é do que uma taxa básica de juros que os bancos, as administradoras de cartões e as instituições financeiras se baseiam para calcular os juros que serão cobrados nas diferentes modalidades de créditos. 

Então, ter essa compreensão é fundamental para decidir a hora de investir em algo de valor tão alto, como um imóvel. De agosto de 2019 a dezembro de 2020, a Selic teve nove quedas seguidas, passando de 6,5% ao ano para os atuais 2% ao ano.

O menor nível histórico da taxa básica de juros permitiu uma redução das taxas cobradas nos financiamentos imobiliários. E como estamos falando de um tipo de crédito que pode durar até 30 anos, o efeito dos juros na conta final é considerável.

Simulação de financiamento imobiliário

Aqui temos uma simulação de financiamento com diferentes taxas Selic. Para se ter uma ideia, em 2016, essa taxa estava em 14,25% ao ano. 

Considerando um imóvel de R$ 250 mil, com 80% do valor financiado (R$ 200 mil), prazo de pagamento de 240 meses e comprometimento máximo de renda de 30%, temos: 

 

2016

2020

Diferença

Taxa Selic

14,25%

2%

12,25%

Taxa de juros do financiamento

12%

7%

5%

CET (custo efetivo total) aproximado

13%

8%

5%

Primeira parcela com seguro

R$ 2.872,00

R$ 2.144,00

R$ 728,00 no mês

Valor total pago

R$ 444.660

R$ 353.773

R$ 90.887 em todo o período de financiamento

Fonte: FGV / Com base no sistema de pagamentos SAC

Por que comprar imóvel, apesar da crise causada pela pandemia de Covid-19 pode ser um bom negócio?

Seja para morar ou investir, os imóveis nunca estiveram tão acessíveis. A queda na Selic facilitou o financiamento imobiliário e, mesmo que a taxa apresente aumento ao longo de 2021, a expectativa do mercado é que os patamares continuem mais baixos nas linhas de crédito.

Ao ter uma condição melhor de pagamento, o brasileiro também teve oportunidade de avaliar sob outra ótica a escolha do apartamento ou casa. Talvez aquele imóvel que antes não estava no orçamento, agora esteja. Isso abre outras possibilidades, como comprar propriedades para obter renda com o aluguel. 

De acordo o FipeZap, o retorno médio do aluguel residencial (anualizado) encerrou dezembro de 2020 em 4,70%. Esse indicador pode ser utilizado para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras aplicações disponíveis.
Vale ressaltar que, ao investir em imóveis, o ganho pode vir não só do rendimento com aluguéis, como pela valorização da propriedade.

Neste contexto, investir em um imóvel na planta pode ser um bom negócio, pois ele poderá valer mais quando finalizado.Uma das vantagens de comprar um imóvel ainda na planta é o custo mais em conta que ele pode ter em relação a um apartamento novo já pronto para morar. 

Existe também potencial de ganhos caso você aposte em um bairro com potencial de crescimento, que esteja recebendo melhorias em infraestrutura e locomoção, como estações de metrô, trem, pontos de ônibus, shoppings e mercados. 
Uma dica importante, se você tiver interesse em comprar imóvel direto com a construtora, é pesquisar sua história e solidez no mercado.

Observe se ela é bem conceituada, certificada e possui prêmios reconhecidos por instituições que avaliam o setor, como a Tegra Incorporadora

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